
É através das brincadeiras que
as crianças ampliam os conhecimentos sobre si, sobre o mundo e sobre tudo que
está ao seu redor.
Adoleta: Várias pessoas formam uma
roda. Juntam-se as mãos e vão batendo na mão de cada membro conforme vai
passando a música. A música é: “Adoleta, le peti petecolá, le café com chocolá.
Adoleta. Puxa o rabo do tatu, quem saiu foi tu, puxa o rabo da panela, quem
saiu foi ela, puxa o rabo do pneu, quem saiu foi eu.”
Bate na mão de sílaba em
sílaba, fala uma sílaba e bate na mão do companheiro do lado, fala outra sílaba
e o companheiro bate na mão da outra pessoa. Assim por diante. A música vai
terminar no “eu”. Quando terminar, a pessoa que recebeu o tapa na mão por
último terá que pisar no pé de alguém (cada pessoa do jogo só poderá dar um
passo na hora que terminar a música). Se ela conseguir, a pessoa em quem ela
pisou é eliminada. Se não conseguir, sai.
Amarelinha: Essa brincadeira tão
tradicional entre as crianças brasileiras também é chamada de maré, sapata,
avião, academia, macaca etc. A amarelinha tradicional é desenhada no chão com
giz e tem o formato de uma cruz, com um semicírculo em uma das pontas, onde
está a palavra céu, lua ou cabeça. Depois vem a casa do inferno (ou pescoço) e
a área de descanso, chamada de braços (ou asas), onde é permitido equilibrar-se
sobre os dois pés. Por último, a área do corpo (ou quadrado).
Alerta: O jogador pega a bola, joga
ela pra cima e grita o nome de uma pessoa. A pessoa que teve seu nome citado
deve pegar a bola e gritar “Alerta!”. Imediatamente, todos devem ficar
estátuas. O jogador dá 3 passos e, parado, deverá tentar acertar com a bola na
pessoa que tiver mais próxima. Se acertar, a pessoa atingida sai da
brincadeira. Se errar, ele é quem sai. É uma espécie de queimada parada.
Arranca-Rabo: O grupo é dividido em dois,
os integrantes de um dos times penduram um pedaço de fita na parte de trás da
calça ou bermuda, eles serão fugitivos. Ao sinal do mestre, os fugitivos correm
tentando impedir que as crianças do time adversário peguem suas fitas, quando
todos os rabos forem arrancados, as equipes trocam os papéis, quem era pegador
vira fugitivo.
Arremesso de Bambolê: Tipo arremesso de argolas,
mas com bambolê. Uma pessoa será a vítima e ficará a 5 metros dos jogadores.
Faz 1 ponto quem conseguir encaixar o bambolê na pessoa primeiro. Ganha quem
tiver mais pontos.
Balança: Dois mestres pegam alguém
pelas pernas e braços e começam a balançar seu corpo pra lá e pra cá. Uma
variação é fazer isso com mais pessoas, ou seja, os balançados seguram um no
braço do outro. É divertidíssimo!
Bambá : Jogo próprio de campo,
executado com quatro metades de caroços de pêssegos, (ou algumas rodelas de
casca de laranja). Sabugos inteiros e cortados servem de palheiros . Traçam na
terra riscos em forma de escada com os primeiros elementos jogados sobre os
riscos. Tiram os pontos conforme estes avançam os parelheiros. O parelheiro de
quem fizer mais pontos é ganhador.
Bambolê de Guerra: Jogam uma dupla de cada equipe.
As duplas entrarão em um bambolê e ficarão de costas para a outra, pois
correrão de frente. Serão feitos dois riscos, cada um a exatos 2 metros de cada
lado do bambolê. O Objetivo é correr e fazer força para ultrapassar a linha,
mas será difícil, pois a outra dupla irá fazer o mesmo. A dupla que conseguir
ultrapassar o risco vence.
Bandeirinha Arreou: Jogam dois grupos, cada um
com seu campo e sua bandeirinha. No fundo de cada campo, coloque a “bandeira”
do time, que pode ser qualquer objeto. O jogo começa quando alguém diz
“bandeirinha arriou”. O Objetivo é roubar a bandeira do time adversário e
trazer para o seu campo. Mas o jogador que entrar no campo do time adversário e
for tocado por alguém fica preso no lugar. Só pode sair se for “salvo” por alguém
do seu próprio time. Ganha o time que capturar a bandeira adversária mais
vezes.
Batatinha: Em fileira, uma criança, o batatinha,
coloca-se de costas para a fileira e atrás da raia, à distância de três metros
mais ou menos. O batatinha , atrás da raia, grita: Batatinha frita com arroz ou
Batatinha, um dois, três . É o momento em que os da fileira aproveitam a
oportunidade para avançar rumo à raia, através de pulos. Após dizer a frase, o
batatinha volta-se para o grupo. O que for apanhado em movimento deve retornar
a ponto de partida, ou passar para o lado da raia e esperar que termine a
brincadeira. Ganha o que conseguir atingir a raia, através de pulos, sem ser
percebido pelo batatinha.
Bate e corre: Os participantes formam uma
roda e um jogador iniciará a brincadeira. Ao sinal de início, o jogador
separado põe-se a correr em volta da roda, devendo bater inesperadamente no
ombro de um colega. Este sai no seu encalço, enquanto o outro continua a correr
em torno da roda para tentar ocupar o lugar, agora vago no círculo, antes de
ser apanhado. Se conseguir, o corredor desafiado reinicia a brincadeira indo
tocar outro. No caso contrário, o alcançado vai para o centro da roda. Lá fica
até outro cometer erro semelhante ao seu, trocando de lugar com ele.
Bate figurinha: Os meninos reúnem as
figurinhas dos álbuns que são repetidas, fazem um montinho e batem a mão sobre
elas, as que virarem ao contrário, ganha por quem bateu a mão. O jogo é feito
de comum acordo entre todos, e só vale bater figurinhas repetidas para que
ninguém saia no prejuízo.
Bilboquê / Bibloqué / Bibloqué: Este jogo consiste na
habilidade de enfiar a carapuça do bilboquê no fuso (bastonete). Consta de duas
partes: na primeira, cada criança vai jogando o bilboquê, contando até dez ou
vinte, conforme combinação do grupo. Cada vez que um jogador acerta, marca
ponto. Na segunda parte, iniciam as provas, selecionadas entre os
participantes. Cada prova é também contada, de acordo com o número de vezes que
o jogador acerta. Quem erra cede o lugar a outro participante, e fica
aguardando sua vez para a próxima rodada. Provas: Bilboquê com floreiro:
consiste em lançar a carapuça para outro lado, fazendo evoluções, com um
desenho no ar, e, depois, impulsionar a carapuça para o meio, procurando
enfiá-la no bastonete. Carambola ou regalito: consiste em, partido de carambola
enfiada no fuso, impulsioná-la para cima com a mão direita, enquanto o barbante
é seguro pela mão esquerda, auxiliando a evolução. Em seguida, o jogador
procura aparar a carapuça com o fuso. Floreiro com carambola: consiste na mesma
habilidade descrita anteriormente, porém a carapuça deve fazer um giro no ar,
antes de ser, enfiada no fuso. Floreiro com fuso: consiste em segurar a
carapuça e movimentar a linha, para que o fuso entre no orifício. É semelhante
ao floreiro com carambola, mas ao revés.
Bobinho: É uma brincadeira de bola.
Os jogadores vão jogando a bola um para o outro, e o objetivo do bobinho é
roubar a bola. Se conseguir, quem chutou a bola pela última vez será o novo
bobinho. Pode ser brincado com os pés ou com as mãos.
Boca de Forno: Brincam um mestre e os
demais participantes. O diálogo é assim: MESTRE: “Boca de forno” DEMAIS: “Forno
é” MESTRE: “Vão fazer tudo que o mestre mandar?” DEMAIS: “Vamos” MESTRE: “E se
não fizer?” DEMAIS: “Leva bolo” Aí, o mestre manda os participantes buscarem
algo. Quem trouxer primeiro, será o novo mestre, os demais, levarão palmadas. E
assim por diante.
Boco: Traça-se uma raia e três ou
quatro passos de distância escava-se, no chão, um pequeno buraco, em forma de
pocinho, que, em muitos grupos, denomina-se imba ou boco . O objetivo do jogo é
colocar a bolita no boco. A saída dos jogadores é feita da raia em sua direção
(os jogadores colocam-se atrás da raia). Ao iniciar o jogo, todos atiram a bolita
para o boco . Aquele que chegar mais próximo será o primeiro a boca. Quem jogar
e não boca deixará a bolita na altura em que esta parou. O próximo jogador terá
direito a azular a bolita, tantas vezes quantas forem necessárias para
aproximá-la do boco . Se tentar azular e errar, ele deverá aguardar outra
oportunidade. Quem consegue bocar da raia, tem boco e faz ponto. Como dizem as
crianças: Bocô , ganhô .
Bola na parede: Jogo de duplas. De cada vez,
um participante joga a bola contra a parede. Nisso, o adversário tem que pegar
a bola e fazer o mesmo até que alguém não consiga pegar. Esse alguém é
eliminado e quem ficou no jogo escolhe um novo rival. Ganha o vencedor da
última dupla.
Boliche Cego: Jogam um participante de
cada equipe. É um boliche comum, mas os participantes jogam de olhos vendados.
O objetivo do jogo é derrubar o último pino, não importando quantos lançamentos
foram, uma vez que quando um erra, é a vez do outro. Quem conseguir, vence.
Bolinha de gude: Bolinhas coloridas e feitas de vidro, são jogadas num circulo feito no chão de terra pelos meninos. O objetivo é bater na bolinha do adversário e tirá-la de dentro do círculo para ganhar pontos ou a própria bola do colega.
Bolinha de gude: Bolinhas coloridas e feitas de vidro, são jogadas num circulo feito no chão de terra pelos meninos. O objetivo é bater na bolinha do adversário e tirá-la de dentro do círculo para ganhar pontos ou a própria bola do colega.
Bolinhas de sabão: É muito fácil fazer a
alegria da criançada comprando os kits de bolha de sabão. Mas aqui via uma dica
para se fazer essa brincadeira de forma bem tradicional. Adquire-se um talo de
mamoeiro e corta-se tirando a folha e a parte mais grossa. Faz-se em um copo
espuma de sabão, mergulha-se o canudo e me seguida sopra-se bem de leve
fazendo-se as bolas que serão soltas no ar.
